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ANAC – Simplificação para registro de drones entra em consulta pública

Foto de Harry Cunningham @harry.digital

 

ANAC – Simplificação para registro de drones entra em consulta pública

Por Carlos Ferreira
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Está aberta, até o dia 25/8, consulta pública para receber contribuições da sociedade sobre proposta para simplificar a operação de Aeronave Remotamente Pilotada (RPA), também conhecida como drone, das Classes 2 e 3. O objetivo é incluir os equipamentos classe 3 (menor que 25 kg) que operam além da linha de visada visual (BVLOS) ou acima de 400 pés assim como os classe 2 (entre 25 kg e 150 kg), no cadastro do sistema SISANT e não mais no Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB).
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Essa proposta faz parte de uma das ações do programa Voo Simples, que objetiva simplificar e desburocratizar o setor de aviação civil brasileiro, e trará aos operadores e proprietários dessas aeronaves mais celeridade no cadastro, menos burocracia na apresentação de documentos e a isenção de Taxa de Fiscalização da Aviação Civil (TFAC).
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A edição de emenda ao Regulamento Brasileiro da Aviação Civil Especial – RBAC-E nº 94, que trata do cadastro e da operação de drones, foi estudada dentro do Tema 3 da Agenda Regulatória da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e está de acordo com a legislação aplicável ao setor.

Participação Social

A proposta sob a consulta pública n° 9/2021 poderá ser acessada na página Consultas Públicas em andamento (clique no link para acessar). As contribuições deverão ser encaminhadas à Agência por meio de formulário eletrônico, disponível na página da consulta pública, até o dia 24 de agosto de 2021. Participe!

Quer conhecer mais sobre as regras de cadastro e operação de drones? Acesse: https://www.gov.br/anac/pt-br/assuntos/drones.

Informações da ANAC

 

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Drones aprendem a ouvir gritos para localizar vítimas de desastres

Por Jorge Marin
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Uma equipe de Engenheiros alemães revelou estar trabalhando para construir uma nova tecnologia para essas aeronaves: a de localizar e caçar pessoas com base nos sons de seus gritos.
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No entanto, esses desenvolvedores argumentam que essa “habilidade” será por um bom motivo. Baseada no argumento de que uma das utilizações mais úteis de drones é monitorar áreas de difícil acesso, uma equipe do Instituto Fraunhofer de Comunicação, Processamento de Informação e Ergonomia (FKIE) afirmou em um comunicado que seus drones poderão localizar sobreviventes de desastres naturais.
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Descrita em um dos painéis do 180º Encontro da Acoustical Society of America (ASA), realizado nesta terça-feira (8), a técnica se chama “Estimativa de ruídos de gritos usando uma matriz de microfone volumétrica montada em um UAV”, ou seja, esses cientistas estão ensinando os drones a encontrar sobreviventes de desastres naturais através do som de seus gritos.
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Testando os microfones à procura de gritos
Fonte: Gerry Broome/AP

 

Segundo a líder do projeto, Macarena Varela, do Fraunhofer FKIE, a equipe está realizando testes com um sistema que utiliza uma série de microfones e técnicas de processamento avançadas, chamado de Crows ‘Nest Array. Até o momento nenhum dos caçadores de gritos ainda saiu do chão.

A Engenheira Elétrica e eletrônica explicou que “já detectamos com sucesso, e localizamos angularmente, sons impulsivos com muita precisão perto de distâncias com a presença de ruído do drone”. O que será testado agora é a medição de gritos, cruzada com um processamento de dados que consiga estimar as posições geográficas da origem dos sons.

Quando imaginamos a captação de gritos humanos durante um terremoto, por exemplo, temos um cenário acústico de grande complexidade. Se o sistema Crows for capaz de filtrar o ruído e localizar os sobreviventes que necessitam de ajuda, esta será uma ferramenta fundamental para que os socorristas possam realizar o seu trabalho.

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ANAC emite autorização para drone de inspeção de linhas de transmissão de energia

Aeronave possui 4 metros de envergadura e motorização a combustão

A utilização de aeronaves remotamente pilotadas (RPAS) — popularmente conhecidas como drone — em atividades comerciais tem se tornado cada vez mais frequente no país. Recentemente, com a emissão de mais uma autorização de projeto para exploração comercial realizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o número de drones aumentou. A novidade desta vez é que o modelo batizado de RPAS-112 se tornou o primeiro drone certificado pela Agência movido à combustão.

Com uma estrutura convencional de asa fixa, de envergadura de 4 metros e comprimento estimado de 3 metros, a aeronave — que também possui altura de 50 centímetros e peso máximo de decolagem de 25 quilos — poderá realizar voos além da linha de visada visual (beyond visual line of sight – BVLOS), em até 120 metros de altitudes e até 7 km de distância do ponto de decolagem.

Nesta quinta-feira (10/6), representantes da ANAC, EDP, empresa que atua em segmentos do setor elétrico e idealizadora do projeto, e da ENERGIAS – Assessoria em Sistemas de Energia e Comércio Ltda – participaram da solenidade de certificação da aeronave. Durante o evento, o Superintendente de Aeronavegabilidade da Agência, Roberto Honorato, destacou que “esta aprovação emitida pela ANAC demonstra a capacidade da tecnologia em atender demandas específicas da sociedade, para as quais as formas usuais se mostram onerosas ou mesmo de difícil escala.

Além disso, o fato deste desenvolvimento ser realizado no Brasil sinaliza que o projeto e fabricação de drones está em alta. Os benefícios para a sociedade Brasileira tendem a ser crescentes.”

 Etapas de trabalho e utilização da tecnologia

O processo de certificação do RPAS-112 foi concluído após três anos de intenso trabalho, período que a área técnica da Agência validou etapas importantes do projeto de desenvolvimento e de tecnologia do drone, como análise dos relatórios, acompanhamento dos ensaios de voos realizados e ateste do cumprimento dos normativos existentes. A última etapa do processo de autorização ocorreu em abril deste ano, com a realização de testes acompanhados por técnicos da ANAC na cidade de Pindamonhangaba, em São Paulo.

A certificação do projeto foi conduzida na Agência pela Energias, empresa especializada na legislação do setor energético e em desenvolvimento tecnológico. O drone será empregado em atividades relacionadas à inspeção de linhas de transmissão elétrica operadas pela EDP — distribuidora de energia — em cidades de São Paulo e do Espírito Santo. Além da certificação da ANAC, o drone possui autorizações do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e das Agências de Telecomunicação (Anatel) e de Energia Elétrica (ANEEL).

Assessoria de Comunicação Social da ANAC
E-mail: 

#foxdrones

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XMOBOTS Transporte de Cargas com Drones / DRARGO SOLUTION – Cargo Transportation with Drones

XMOBOTS – SOLUÇÃO DRARGO

Assista ao vídeo de lançamento e acompanhe esse grande passo em direção ao futuro!

Hoje, a XMobots, maior empresa de drones da América Latina, orgulhosamente anuncia sua entrada no mercado logístico de transporte de cargas.

Com a SOLUÇÃO DRARGO, a empresa levará o conceito de “same day delivery” para o interior do Brasil, democratizando para todos o acesso a benefícios logísticos do delivery com drones.

Mas não é só isso: a SOLUÇÃO DRARGO também permitirá a entrega de itens como remédios, vacinas, soros e outros suprimentos básicos para populações que vivem em áreas remotas ou de difícil acesso, distantes dos grandes centros urbanos.

Esse trabalho será realizado graças à alta tecnologia presente no DNA da XMobots: o drone poderá percorrer distâncias de até 1.000 Km e carregar até 41 Kg de carga.

Fonte: https://xmobots.com.br/

 

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Drone FPV captura imagens incríveis em um showroom da Jaguar

Jason Smith pilota o drone (Créditos: CineCloud)

Drones compactos equipados com GoPro Hero são perfeitos para vídeos curtos em tomada única

Já se tornou tendência vídeos capturados por drones FPV (First Person View). Depois de um vídeo no parque de diversões dentro de um shopping center, outro vídeo no Lake of the Ozarks, mostrando turistas se divertindo no lago artificial, agora é a vez de nova captura de imagens incríveis dentro de um Showroom da Jaguar.

O vídeo foi capturado no recém reformado showroom Jaguar Land Rover em Brighton, Reino Unido.

O drone nos leva por uma viagem, começando do lado de fora do Showroom. Ele acompanha um carro, entrando pela garagem, passa pela recepção, fazendo um voo panorâmico e cruzando com um cliente que entra na loja. Depois ele sobre para o segundo andar, como se subisse pela escada rolante, e faz um voo por entre os belíssimos carros da Jaguar. Por último, o drone desliza por dentro dos carros até chegar na área externa do Showroom, passando por dentro do setor de mecânica, até sair pela porta de entrada.

Esse estilo de vídeo, com drones do tipo CineWhoop (modelo de drone FPV bem compacto), geralmente cria uma narrativa, similar à um curta, com trilha sonora e incluindo pós-processamento sonoro, a fim de criar uma pequena história dentro das imagens, ou aumentar a interação do vídeo. O vídeo foi capturada pela CineCloud, empresa britânica especializada em imagens aéreas e capturas de vídeos FPV.

Jason Smith foi o piloto responsável pela captura do vídeo, utilizando um drone equipado com uma GoPro Hero para imagens em 4K.  “Os dutos ao redor dos propulsores foram criados em impressora 3D. Os dutos tornam o fluxo de ar mais eficiente e permitem um ambiente seguro enquanto voamos dentro de espaços fechados, perto de objetos e pessoas”.

Para manter o sinal, Jason foi empurrado em uma cadeira enquanto ele voava com o drone FPV. Além disso, o processamento de áudio é feito separadamente, após a captura das imagens, pois o drone é muito barulhento. O vídeo em questão precisou de três tomadas para ser filmado.

Fonte: DroneDJ

 

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Autorização para operação simultânea de drones será facilitada pela ANAC

 

Alteração do RBAC-E nº 94 simplifica os processos de solicitação e aprovação ANAC

 

As operações de drones em cadeia, comuns em eventos com formação de imagens, serão autorizadas de forma mais célere com a aprovação de emenda ao Regulamento Brasileiro de Aviação Civil Especial (RBAC-E) nº 94. A iniciativa foi deliberada nessa terça-feira (1/6), em reunião da Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

Antes da revisão do Regulamento, se exigia que o operador submetesse um pedido de isenção ao requisito do parágrafo E94.107(b) do RBAC-E nº 94 – um procedimento complexo e que passa, necessariamente, pela deliberação da Diretoria da ANAC.

Desde 2017, ano em que passaram a vigorar as regras para operação de drones no Brasil, a ANAC concedeu cinco isenções de requisito para operação em cadeia, incluindo show assistido por milhares de pessoas durante o Rock In Rio, em 2017. No último semestre, a Agência verificou um crescimento no número de pedidos, tendência que, associada à complexidade do procedimento, poderia trazer um gargalo para o desenvolvimento e aplicação dessa tecnologia.

Com a experiência adquirida na análise dos processos anteriores, a Agência entendeu que é possível estabelecer contornos de segurança adequados para cada operação. Assim, a nova redação do dispositivo prevê a possibilidade de operação simultânea mediante autorização específica da ANAC. Esse procedimento será conduzido diretamente pela Superintendência de Padrões Operacionais (SPO), o que reduzirá os trâmites burocráticos e dará mais celeridade aos pedidos.

Um estudo mais amplo do RBAC-E 94 (Requisitos Gerais para Aeronaves Não Tripuladas de Uso Civil), está sendo conduzido no âmbito da Agenda Regulatória da ANAC para o biênio 2021-2022 (Tema nº 5), com término da fase de estudos previsto para o 3º trimestre de 2021. Para acompanhar essa e outras ações da Agenda Regulatória da ANAC (clique no link para acessar).

Assessoria de Comunicação Social da ANAC
E-mail: jornalismo@anac.gov.br

 

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Instituto Mineiro de Agropecuária proíbe aplicação de agrotóxicos por drones

Principal motivo para proibição de drones é a não regulamentação pelo Ministério da Agricultura, diz IMA (Foto: Ilustração/Thales Molina)

 

Proibição dos drones surpreende Aprosoja e Sindag em Minas Gerais. Institudo diz que memorando tem caráter educativo e informativo

 

A proibição do uso de drones para aplicação de agrotóxicos em Minas Gerais, determinada pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), surpreendeu entidades do agronegócio e o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag).

Vinculado à Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), o instituto instruiu na última quarta-feira (26/5) seus coordenadores e assessores técnicos vegetais a “aplicar sanções administrativas cabíveis” caso fosse observada a prática no campo.

“Tendo em vista o grande número de questionamentos que o setor de agrotóxicos tem recebido em relação à aplicação de agrotóxicos via drone, venho informar e esclarecer que tal modalidade de aplicação não está regulamentada pelo Ministério da Agricultura. Desta forma, trata-se de uma modalidade até o momento proibida”, diz o memorando distribuído pelo IMA.

O presidente da Associação dos Produtores de Soja, Milho e Sorgo de Minas Gerais (Aprosoja-MG), Fábio de Salles Meirelles Filho, afirmou que a medida, se for confirmada, representa um dos maiores retrocessos tecnológicos na agricultura.

“Sabemos que o drone é um equipamento altamente técnico que economiza defensivos porque sua aplicação é bem direcionada”, diz. Por enquanto, a entidade não recebeu reclamações dos produtores.

Segundo o dirigente, alguns municípios chegaram a criar leis que proíbem a pulverização agrícola por aviões, o que também é uma “aberração”, em sua opinião.

O Sindag, que tem entre os associados a Skydrones, empresa de drones usados em pulverização, foi informado sobre a decisão inédita do IMA e encaminhou pedido de suspensão da medida à Divisão de Aviação Agrícola do Ministério da Agricultura (Mapa).

“Nos causou muita estranheza essa decisão mineira, já que é ilegal proibir algo que não é regulamentado. Isso pode prejudicar ou atrasar a publicação da norma pelo ministério”, disse o diretor do sindicato, Gabriel Colle.

O empresário Daniel Estima, da Skydrones, diz que é uma decisão arbitrária proibir o uso de aeronaves não tripuladas na agricultura. Segundo ele, o governo está tentando prejudicar e culpar o agricultor pela sua própria ineficiência, já que a instrução normativa do uso de drones em pulverização está pronta, foi colocada sob consulta pública em julho do ano passado e ainda não foi publicada.

Segundo o Mapa, o texto da normativa está atualmente em análise pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e não deve ser publicado antes de julho. Questionado sobre o que iria fazer sobre a proibição do IMA, o ministério ainda não respondeu.

Segundo nota da assessoria do IMA na sexta-feira (28/5), o memorando teve caráter educativo e informativo porque o órgão responsável para regulamentar a viabilidade de implantação de drones em todo o Brasil é o Mapa.

“Em Minas, para se implantar drones, é necessário primeiro ter registro no IMA. E o instituto aguarda a regulamentação do Mapa para a implantação dos drones nas lavouras em Minas.”

 

Fonte: GR
Por ELIANE SILVA |  ATUALIZADO EM