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Drone ajuda bombeiros a resgatar jovens ilhados em correnteza nos EUA

Os bombeiros tiveram de usar um drone para salvar um adolescente e um menino mais novo quando eles ficaram presos em uma rocha cercada por forte corrente de água. Equipes de resgate tentaram alcançar o par em uma jangada, mas quando as ondas se tornaram esmagadoras eles remaram de volta à costa e utilizaram uma pequena aeronave não tripulada para jogar uma linha sobre os meninos.As crianças, idade 18 e 12, foram passear de barco pelo rio Androscoggin em Mechanic Falls, Maine na terça-feira quando eles ficaram presos em uma superfície da rocha escorregadia. Apenas um estava usando um colete salva-vidas, e eles não conseguiram navegar com segurança pelas correntes imprevisíveis. Então o chefe dos bombeiros Frank Roma, de Auburn Maine, um condado na região sul do estado, anexou uma linha de corda em seu próprio DJI Phantom 3 e pilotou o drone pelo meio do rio. Ele, então, enviou um colete salva-vidas pela corda, enquanto o drone fornecia uma visão aérea da situação.

“Eu consegui levar o drone até as crianças; abaixá-lo para o nível deles”, disse Roma à WMTW, uma estação de TV local. “Eles foram capazes de pegar a corda e obter o colete salva-vidas e então coloquei o drone de volta ao ar para ter uma visão aérea.”

Vários vídeos e imagens na página de Facebook dos Bombeiros de Auburn detalham o resgate, em que nenhum menino foi ferido.

O chefe Roma disse que comprou o UAV com seu próprio dinheiro, mas vê novas vantagens óbvias para as equipes de resgate se investirem em drones. Este resgate vem apenas semanas após equipes de salva-vidas em outro lugar nos EUA utilizarem pequenas aeronaves não tripuladas para patrulhar mares em busca de tubarões e outras ameaças na praia.

“Eu acho que nós apenas começamos a arranhar a superfície do uso de drones no campo de emergências”, disse Roma a WMTW-TV. “Eu era capaz de ver exatamente o que o drone estava vendo. Eu era capaz de direcioná-lo para onde ele precisava ir.”

Será que aqui no Brasil vamos começar a ver drones sendo utilizados em casos de emergência também?

Fonte: abcnews

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Drone de resgate se modifica para entrar em diferentes ambientes

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Drone de resgate se modifica para entrar em diferentes ambientes

Um novo tipo de drone foi criado pela equipe de pesquisadores do Grupo de Percepção e Robótica da Universidade de Zurich, na Suíça, para auxiliar em inspeções de construções após situações de desastre.

Em caso de terremotos, por exemplo, o drone atravessaria até mesmo passagens mais estreitas, se espremendo e desdobrando para voltar à forma normal após conseguir entrar no local. Inspirado nas dobras de asas de pássaros, o veículo financiado pela Fundação Nacional de Ciências da Suíça e parte do Centro Nacional de Competência em Pesquisa Robótica também pode segurar e transportar objetos durante o trajeto.

“A nossa solução é bastante simples do ponto de vista mecânico, mas muito versátil e autônoma, com sistemas de controle e percepção de bordo”, conta o autor do estudo Davide Falanga.

A novidade segue em desenvolvimento, sendo projetado como um quadricóptero e quatro hélices que giram de forma independente, montadas em braços móveis capazes de se dobrarem em torno da estrutura principal. O drone também conta com um sistema que se adapta em tempo real à nova posição dos braços, responsável por ajustar o empuxo das hélices conforme o deslocamento da gravidade.

Stefano Mintchev, coautor do estudo, explica que o drone pode adotar diferentes configurações de acordo com o ambiente em que precisará adentrar, mudando para forma de “H”, “T” “X” ou “O”.

Futuramente, o foco dos pesquisadores será aprimorar a estrutura do drone e desenvolver algoritmos para que ele se torne verdadeiramente autônomo. “O objetivo final é dar ao drone uma instrução de alto nível, como ‘entre naquele prédio, inspecione todos os cômodos e volte’, deixando ele descobrir sozinho como fazer isso”, complementa Falanga.

A pesquisa completa do projeto está disponível online.

Fonte: Eureka Alert

 

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Buscas, Salvamentos e Resgates tornam-se mais eficientes com o uso drones

 

O Corpo de Bombeiros & Departamento Médico de Mesa, cidade norte-americana, atendem à sua comunidade de forma mais eficaz com a nova tecnologia de drones

O clima desértico e a paisagem complexa nos arredores de Mesa, a dinâmica metrópole na zona Leste de Phoenix (Arizona, EUA), oferecem aos amantes de atividades ao ar livre um local ideal para caminhadas e mountain biking. Assim como qualquer outra paisagem desértica, o encanto do meio ambiente selvagem tem seu preço, apresentando alguns riscos e questões de segurança. Entre cerca de mais de 5 mil acidentes atendidos pelo Corpo de Bombeiros & Departamento Médico de Mesa todos os meses, vários deles requerem missões de busca e resgate especializadas por trilhas sinuosas e terrenos acidentados. “Temos algumas trilhas no deserto que se espalham por toda a parte e que atravessam outras trilhas. Localizar pessoas cruzando estas trilhas é um verdadeiro desafio”, afirma Dean Morales, Capitão de Operações Especiais no Corpo de Bombeiros & Departamento Médico de Mesa.

Sempre buscando maneiras inovadoras que permitam à sua equipe melhor servir sua comunidade, o Corpo de Bombeiros & Departamento Médico de Mesa é bastante proativo em se tratando de adotar novas tecnologias. “Em 2015, nosso departamento foi um dos primeiros a implementar efetivamente um programa com drones no Arizona. Drones simplificam nosso trabalho e isso é uma grande ajuda”, diz Brian Kotsur, Vice Xerife e Comandante de Operações do Corpo de Bombeiros & Departamento Médico de Mesa.

Os socorristas de Mesa encontraram uma nova ferramenta para que suas equipes tenham um melhor desempenho, com maior segurança e eficiência. A tecnologia de drones não apenas propõe um novo modo de comunicação durante operações, como ainda amplia a habilidade de socorristas em ambientes selvagens de salvar vidas.

Sempre pronto para entrar em ação

O novo Mavic 2 Enterprise da DJI é o mais compacto drone já construído para uso em empresas e em segurança pública. Pesando cerca de 905 gramas, o Mavic 2 Enterprise possui uma incrível mobilidade, essencial para missões de busca e resgate nas quais uma diferença de segundos pode salvar vidas.

O Mavic 2 Enterprise é a solução mais completa e prática em se tratando de resposta a emergências. Socorristas e prestadores de socorro são capazes de transportar o drone por conta própria em uma bolsa ou sacola, podendo usá-lo imediatamente após chegar no local, gastando menos tempo em missões críticas como análises de mecanismo de injúria (MOI) e planejamento de evacuação. Com baterias com aquecimento automático, o drone permite que socorristas operem com máxima eficiência em temperaturas frias ou abaixo de zero, fundamental para missões de resgate conduzidas em terrenos acidentados isolados.

Imagens aéreas ajudam os socorristas do Corpo de Bombeiros & Departamento Médico de Mesa a melhorar sua percepção situacional de forma eficiente antes de chegar ao incidente. Drones auxiliam no trabalho de localização das vítimas, tornando o resgate mais eficiente, além de reduzir os riscos, mantendo os socorristas em segurança.

Visibilidade em todos os ambientes

Drones permitem que equipes cubram vastas áreas em um curto período, gerando informações acessíveis aos membros enquanto encaminham-se ao incidente. O Mavic 2 Enterprise vem equipado com uma câmera com zoom dinâmico, concedendo às equipes de resgate imagens aéreas ao passo que mantém uma distância segura de áreas de risco, como desfiladeiros profundos, encostas de precipícios ou terrenos instáveis.

A distância não é o único empecilho em se tratando da obtenção de imagens visuais. Morales descreve um caso recente no qual sua equipe teve que localizar uma vítima em áreas com pouca iluminação. “Costumamos conduzir missões noturnas. Houve um acidente no qual um ciclista de 35 anos atingiu uma rocha durante a trilha. Era noite, o que dificultou ainda mais sua localização”, diz Dean Morales. Ao acoplar um Holofote no Mavic 2 Enterprise, o alcance visual dos socorristas é automaticamente ampliado em áreas com pouca iluminação, auxiliando ao guiar as vítimas em direção a eles.

Facilidade de comunicação durante operações

Em missões de busca e resgate, é comum que vítimas acidentadas há várias horas entrem em pânico e hajam impulsivamente, colocando suas vidas em risco. É importante que equipes de resgate gerenciem as instruções, deem apoio moral e ordens de forma efetiva ao comunicar-se com as vítimas.

O alto-falante do Mavic 2 Enterprise permite que equipes se comuniquem entre as equipes terrestres em situações emergenciais. Ao guiar pilotos e socorristas efetivamente por qualquer operação e emitir mensagens às vítimas, o alto-falante permite à equipe dar instruções capazes de salvar vidas.

Fazendo a diferença

“A chave da questão é fazer a diferença na vida de alguém. Ajudar as pessoas é uma ação incrível. As vantagens e utilidades dos drones irão crescer exponencialmente. Graças ao uso de drones, vidas serão salvas com o auxílio desta tecnologia”, afirma Brian Kotsur.

Até o momento, mais de 910 agências públicas nos Estados Unidos já estão usando drones diariamente. Constituindo um aumento de cinco vezes de 2013 a 2015. Salvar vidas é uma causa nobre que pode se tornar ainda mais eficaz e segura com o uso da tecnologia de drones.

Fonte: Revista Digital Securiyt

 

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Antes do drone, A Team (Esquadrão Classe A) resgata cães cercados por lavas de vulcão em La Palma

Antes do drone, “Esquadrão Classe A” resgata cães cercados por lavas de vulcão em La Palma

Dias atrás, uma Empresa de Drones planejava um resgatar cães isolados pelas lavas do vulcão em La palma ( ver matéria ), mas o inusitado aconteceu antes… Um Grupo Misterioso denominado “A Team” que pode ser traduzido como Esquadrão Classe A, regatou os animais.

PARABÉNS A ESTES HERÓIS ANÔNIMOS

Pois a Empresa esperava uma autorização que veio apenas 07 dias após o pedido. UM ABSURDO!!! 

07 dias esperando uma autorização para salvar vidas??? O “ser humano” perdeu a noção de tudo colocando “leis” acima de VIDAS, mas sempre aparecerão HERÓIS COM BOM SENSO E HUMANIDADE.

 

veja matéria abaixo:

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Os animais estão bem e com o dono, um caçador de 70 anos que perdeu a casa após a erupção, segundo um jornalista local que soube da história

Um grupo misterioso que se denomina A Team (Equipe A) assumiu nesta quinta-feira o resgate dos cães que não conseguiam sair da área de um reservatório cercado por lava da erupção do vulcão em La Palma. A declaração foi feita em um cartaz mostrado em um vídeo veiculado pelo grupo nas redes sociais: “Força, La Palma, os cachorros estão bem”, diz o cartaz. A Aerocamaras, empresa galega de drones que se deslocara até a ilha para tentar resgatar os animais, retirou-se do local, já que seus voos confirmaram que os cães não se encontram mais na zona e há pegadas humanas em volta do reservatório.

Os cães pertencem a “um caçador de 70 anos que estava caçando no domingo em que o vulcão entrou em erupção”, disse ao EL PAÍS Pedro Montesinos, jornalista da 7.7 Rádio La Palma. “A Guarda Civil o obrigou a deixar a área sem os animais e agora ele está instalado em outro local”. Por isso, os cães tiveram que voltar para casa guiados por seu olfato e instinto. Eles permaneceram na casa até a última segunda-feira, dia em que foram resgatados. “É um homem que perdeu tudo, que só ficou com os cachorros, e agora teme um processo dos defensores dos animais”, diz.

Por esta razão, a Aerocamaras não conseguiu detectar a sua presença com o seu equipamento tecnológico trazido de Lalín (Pontevedra). Os cães simplesmente haviam sumido. “Não vimos nada ontem”, disse Jaime Pereira, CEO da Aerocamaras, “mas queríamos ter certeza. Hoje estivemos revendo as imagens e confirmamos com as autoridades que apareceram pegadas humanas onde os cães estavam, por isso sabíamos que eles tinham estado ali”, explicou.

Os responsáveis pelo resgate violaram os limites que as autoridades impuseram em torno das zonas afetadas pelo vulcão, uma vez que a única forma de chegar à zona do tanque onde se encontravam os cães seria passando por cima de alguns dos fluxos de lava recentes no entorno. De acordo com medições feitas na quarta-feira pelos drones da Aerocamaras, em algumas áreas a lava alcançava temperaturas de 160 graus. Mas também há zonas frias que permitem o trânsito humano com uma câmara termográfica, à venda a partir de 180 euros.

Os veterinários que assessoram a companhia deixaram claro nesta quinta-feira que os cachorros não tinham saído sozinhos da ilha em meio à lava. “Se tinham comida e bebida no que consideram casa, não é normal que se aventurassem por cima da lava.”

Uma fonte da mídia local que publicou o vídeo, a Palmerus.es, também argumentou que os animais estão bem e que “ninguém arriscaria a vida pelos cães para depois deixar que fossem maltratados”, disse ao EL PAÍS por telefone . É muito difícil no momento, segundo diz, que alguém apareça e esclareça como foi a proeza porque “foi cometida uma ilegalidade, burlaram os controles”. A forma como o vídeo chegou ao site se deve provavelmente à proximidade com os protagonistas. “O vídeo começou a circular e passaram para nós”, conta. Apesar de acreditar que estão bem, ele não conseguiu confirmar com certeza o estado atual nem a localização dos cães: “As pessoas que pudemos contatar confirmam que estão bem”, acrescenta. Todas as informações de que dispõe, insiste a fonte, já estão no artigo que o Palmerus.es publicou em seu site.

Os primeiros indícios de que os cachorros tinham sido resgatados surgiram com as imagens da Aerocamaras, nas quais é possível ver deformações nas cinzas, correspondentes a pegadas humanas e, além disso, o cartaz deixado pelos socorristas na parede do reservatório. O pano, que estava preso por pedras, tinha virado do avesso por causa do vento, por isso os aparelhos não conseguiam ler o texto.

“Pelo menos eles tiveram bom humor”, declarou Pereira, resignado, perto da zona de exclusão. Sua equipe estava preparando a operação do drone havia três dias e fazia 24 horas que admitia estar surpresa por não conseguir encontrar os cães, nem com câmeras térmicas, nem chamando-os de uma maneira que deveria atraí-los. A informação sobre o resgate não oficial chega um dia depois de a Aerocamaras sobrevoar a área onde os animais estavam para tentar localizá-los e concluir seu plano de resgate. Embora o teste desta quarta-feira tenha sido “muito bem-sucedido”, o CEO da empresa admitiu que só conseguiram ver dois coelhos escondidos no mato.

Para que a Aerocamaras pudesse operar na zona foi necessária uma permissão do Plano de Emergências Vulcânicas das Ilhas Canárias (Pevolca), uma licença que chegou na última terça-feira. O seu porta-voz, Miguel Ángel Morcuende, garantiu nesta quinta-feira que o órgão tinha feito “tudo o que era possível fazer”, ou seja, mantê-los vivos fornecendo a eles comida e bebida e autorizando o seu resgate por drone, e a partir daí “não sabemos de mais nada”.

Fonte: https://brasil.elpais.com/sociedade/2021-10-22/um-misterioso-grupo-que-assumiu-o-resgate-dos-cachorros-ameacados-pelo-vulcao-de-la-palma-que-seriam-salvos-por-drones.html

 

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Com drones, empresa tenta salvar cachorros ilhados por erupção nas Canárias

Com drones, empresa tenta salvar cachorros ilhados por erupção nas Canárias

Os especialistas que detêm câmaras chegaram hoje a Tenerife e amanhã irão a La Palma  para tentar realizar a operação de resgate de cães presos em dois tanques da aldeia de Todoque . Graças à colaboração de Iberia e Península, que foi possível material de logística de transferência e técnicos para Isla Bonita. Os responsáveis ​​pela operação esperam se reunir amanhã com os serviços de emergência para explorar a área e coordenar o possível resgate.

Aerocamaras se preparou contra o relógio para resgatar os quatro cães que estão presos no recinto de uma casa em La Palma como resultado dos fluxos de lava do vulcão Cumbre Vieja . A operadora galega utilizará um drone de carga que transportará um sistema logístico próprio adaptado às características dos animais. Junto com outro drone de apoio, os pilotos responsáveis ​​pela operação poderão planejar o vôo de resgate com segurança.

A equipa Aerocamaras responsável pelo resgate: Jaime Pereira, Borja Blanco e Daniel Romero, juntamente com um dos gestores de operações da Península Ibérica.

 

Em primeiro lugar, Aerocamaras pretende levar comida para os cães por meio do drone, além de inspecionar a área com uma câmera 30x e uma câmera termográfica. E, em segundo lugar, espera poder realizar o resgate dos animais assim que eles se acostumarem com a presença do UAS e com a logística e os pilotos acharem adequado para realizar a operação.

Os cachorros estão em uma lagoa localizada no município de Todoque , uma das mais devastadas pela erupção. A associação animalista Leales.org deu o alarme e pediu ajuda à operadora galega, que está a fazer todo o possível para que o salvamento seja efectuado da forma mais eficaz.

Por se tratar de uma operação única em Espanha e por envolver o risco de transporte aéreo de animais vivos , é necessária uma autorização especial das autoridades competentes . A Aerocamaras é uma empresa que trabalha sempre dentro da lei e, por isso, respeitaremos a decisão das autoridades com base nas condições meteorológicas e na evolução da erupção vulcânica.

Aerocamaras decidiu preparar este resgate com o único objetivo de ajudar os animais de forma altruísta e demonstrar que os drones podem ajudar em situações de emergência e resgates.

Treinamento e experiência em emergências

Unidade de Emergência Militar (UME) e o Grupo de Emergência e Resgate (GES) das Ilhas Canárias têm tentado resgatar os animais, mas o uso de helicópteros é inviável devido aos materiais (cinzas, piroclastos …) liberados pelo vulcão . O acesso por via terrestre também é difícil devido ao cerco de cinzas e lava que os rodeia. Por isso, os drones são a única forma viável de um possível resgate dos podencos, cujo monitoramento está sendo realizado por integrantes da protetora da UPA La Palma.

Aerocamaras é uma empresa com uma longa história no treinamento de cursos profissionais de emergência para drones e serviços de resgate. Entre seus alunos estão os drones das unidades de bombeiros dos municípios, das Forças e Corpos de Segurança do Estado e integrantes da proteção civil. Além disso, dispõe de meios e profissionais adequados para a sua realização.

Fonte: https://aerocamaras.es/aerocamaras-prepara-un-rescate-pionero-en-espana/

>>> PARA SABER O FINAL DA HISTÓRIA, CLIQUE AQUI 

 

 

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Autorização de voos Drones com instabilidade apresentada pelo Sistema DECEA SARPAS

Autorização de voos Drones com instabilidade apresentada pelo Sistema DECEA SARPAS

Nota do DECEA/SARPAS

>> SISTEMA NORMALIZADO EM 16/08/2021 <<

 

***ATENÇÃO***

 

 

1 – As operações que normalmente não sofrem análise de ATM, pelo fato de terem seus parâmetros definidos na legislação em vigor, poderão ser informadas por e-mail informado abaixo.


2 – Os usuários devem enviar suas solicitações para o e-mail informado e AGUARDAR a resposta, a fim de estarem embasados no que se refere ao porte de documentos, por ocasião de fiscalizações.


3 – Para que seja considerado apto a operar, o usuário deverá portar esta solicitação E a resposta enviada pelo DECEA. Os dois documentos DEVERÃO TER A MESMA DATA.


PARA REALIZAR A SOLICITAÇÃO, POR VAFOR, BAIXE O ARQUIVO E PREENCHA CONFORME ORIENTAÇÃO DO MESMO.
ENVIE ESSE MESMO ARQUIVO PREENCHIDO PARA O EMAILSARPASCONT@DECEA.GOV.BR

 

Link da postagem: https://servicos.decea.mil.br/sarpas

 

 

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ANAC – Simplificação para registro de drones entra em consulta pública

Foto de Harry Cunningham @harry.digital

 

ANAC – Simplificação para registro de drones entra em consulta pública

Por Carlos Ferreira
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Está aberta, até o dia 25/8, consulta pública para receber contribuições da sociedade sobre proposta para simplificar a operação de Aeronave Remotamente Pilotada (RPA), também conhecida como drone, das Classes 2 e 3. O objetivo é incluir os equipamentos classe 3 (menor que 25 kg) que operam além da linha de visada visual (BVLOS) ou acima de 400 pés assim como os classe 2 (entre 25 kg e 150 kg), no cadastro do sistema SISANT e não mais no Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB).
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Essa proposta faz parte de uma das ações do programa Voo Simples, que objetiva simplificar e desburocratizar o setor de aviação civil brasileiro, e trará aos operadores e proprietários dessas aeronaves mais celeridade no cadastro, menos burocracia na apresentação de documentos e a isenção de Taxa de Fiscalização da Aviação Civil (TFAC).
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A edição de emenda ao Regulamento Brasileiro da Aviação Civil Especial – RBAC-E nº 94, que trata do cadastro e da operação de drones, foi estudada dentro do Tema 3 da Agenda Regulatória da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e está de acordo com a legislação aplicável ao setor.

Participação Social

A proposta sob a consulta pública n° 9/2021 poderá ser acessada na página Consultas Públicas em andamento (clique no link para acessar). As contribuições deverão ser encaminhadas à Agência por meio de formulário eletrônico, disponível na página da consulta pública, até o dia 24 de agosto de 2021. Participe!

Quer conhecer mais sobre as regras de cadastro e operação de drones? Acesse: https://www.gov.br/anac/pt-br/assuntos/drones.

Informações da ANAC

 

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Drones aprendem a ouvir gritos para localizar vítimas de desastres

Por Jorge Marin
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Uma equipe de Engenheiros alemães revelou estar trabalhando para construir uma nova tecnologia para essas aeronaves: a de localizar e caçar pessoas com base nos sons de seus gritos.
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No entanto, esses desenvolvedores argumentam que essa “habilidade” será por um bom motivo. Baseada no argumento de que uma das utilizações mais úteis de drones é monitorar áreas de difícil acesso, uma equipe do Instituto Fraunhofer de Comunicação, Processamento de Informação e Ergonomia (FKIE) afirmou em um comunicado que seus drones poderão localizar sobreviventes de desastres naturais.
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Descrita em um dos painéis do 180º Encontro da Acoustical Society of America (ASA), realizado nesta terça-feira (8), a técnica se chama “Estimativa de ruídos de gritos usando uma matriz de microfone volumétrica montada em um UAV”, ou seja, esses cientistas estão ensinando os drones a encontrar sobreviventes de desastres naturais através do som de seus gritos.
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Testando os microfones à procura de gritos
Fonte: Gerry Broome/AP

 

Segundo a líder do projeto, Macarena Varela, do Fraunhofer FKIE, a equipe está realizando testes com um sistema que utiliza uma série de microfones e técnicas de processamento avançadas, chamado de Crows ‘Nest Array. Até o momento nenhum dos caçadores de gritos ainda saiu do chão.

A Engenheira Elétrica e eletrônica explicou que “já detectamos com sucesso, e localizamos angularmente, sons impulsivos com muita precisão perto de distâncias com a presença de ruído do drone”. O que será testado agora é a medição de gritos, cruzada com um processamento de dados que consiga estimar as posições geográficas da origem dos sons.

Quando imaginamos a captação de gritos humanos durante um terremoto, por exemplo, temos um cenário acústico de grande complexidade. Se o sistema Crows for capaz de filtrar o ruído e localizar os sobreviventes que necessitam de ajuda, esta será uma ferramenta fundamental para que os socorristas possam realizar o seu trabalho.

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ANAC emite autorização para drone de inspeção de linhas de transmissão de energia

Aeronave possui 4 metros de envergadura e motorização a combustão

A utilização de aeronaves remotamente pilotadas (RPAS) — popularmente conhecidas como drone — em atividades comerciais tem se tornado cada vez mais frequente no país. Recentemente, com a emissão de mais uma autorização de projeto para exploração comercial realizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o número de drones aumentou. A novidade desta vez é que o modelo batizado de RPAS-112 se tornou o primeiro drone certificado pela Agência movido à combustão.

Com uma estrutura convencional de asa fixa, de envergadura de 4 metros e comprimento estimado de 3 metros, a aeronave — que também possui altura de 50 centímetros e peso máximo de decolagem de 25 quilos — poderá realizar voos além da linha de visada visual (beyond visual line of sight – BVLOS), em até 120 metros de altitudes e até 7 km de distância do ponto de decolagem.

Nesta quinta-feira (10/6), representantes da ANAC, EDP, empresa que atua em segmentos do setor elétrico e idealizadora do projeto, e da ENERGIAS – Assessoria em Sistemas de Energia e Comércio Ltda – participaram da solenidade de certificação da aeronave. Durante o evento, o Superintendente de Aeronavegabilidade da Agência, Roberto Honorato, destacou que “esta aprovação emitida pela ANAC demonstra a capacidade da tecnologia em atender demandas específicas da sociedade, para as quais as formas usuais se mostram onerosas ou mesmo de difícil escala.

Além disso, o fato deste desenvolvimento ser realizado no Brasil sinaliza que o projeto e fabricação de drones está em alta. Os benefícios para a sociedade Brasileira tendem a ser crescentes.”

 Etapas de trabalho e utilização da tecnologia

O processo de certificação do RPAS-112 foi concluído após três anos de intenso trabalho, período que a área técnica da Agência validou etapas importantes do projeto de desenvolvimento e de tecnologia do drone, como análise dos relatórios, acompanhamento dos ensaios de voos realizados e ateste do cumprimento dos normativos existentes. A última etapa do processo de autorização ocorreu em abril deste ano, com a realização de testes acompanhados por técnicos da ANAC na cidade de Pindamonhangaba, em São Paulo.

A certificação do projeto foi conduzida na Agência pela Energias, empresa especializada na legislação do setor energético e em desenvolvimento tecnológico. O drone será empregado em atividades relacionadas à inspeção de linhas de transmissão elétrica operadas pela EDP — distribuidora de energia — em cidades de São Paulo e do Espírito Santo. Além da certificação da ANAC, o drone possui autorizações do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e das Agências de Telecomunicação (Anatel) e de Energia Elétrica (ANEEL).

Assessoria de Comunicação Social da ANAC
E-mail: 

#foxdrones